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quinta-feira, junho 24, 2010
sexta-feira, junho 04, 2010
Bioconstrução Casa na Praia
Bioconstrução
18/05/2010 — Caco AraújoDupla de arquitetos mostra como a bioconstrução vai além da preservação socioambiental e prova, ainda, como a prática é um investimento bastante lucrativo.
O projeto: Conscientizar famílias sobre o uso da biocontrução.
O propósito: Provar que não é preciso ser ativista de algum grupo ambientalista para agir em favor da natureza e que é possível erguer uma casa confortável, prática, saudável e ecologicamente correta.
Esses são os desafios da dupla de arquitetos Marcelo Todescan e Frank Siciliano, diretores da Todescan Siciliano Arquitetura. Com o intuito de conscientizar moradores de grandes metrópoles, os dois arquitetos desenvolveram um projeto utilizando a técnica japonesa “Tsuchi Kabe”, usada na construção de templos budistas, casas de luxo e edificações no estilo tradicional. “Usamos a técnica japonesa por sua tradição milenar e por ser uma solução socioambiental”, afirma Marcelo Todescan. De acordo com os arquitetos, essa é uma técnica simples e fácil de fazer, pois utiliza matérias-primas naturais, como pedras nos alicerces, paredes leves e finas, de estrutura em madeira reciclada, bambu, terra e argila. Eles explicam ainda que obras bioconstrutivas fazem bem à saúde. “Casas com paredes de barro controlam a umidade e a temperatura interna da residência é muito melhor do que a de alvenaria convencional”.
Mostrar que qualquer pessoa pode construir ou reformar adotando técnicas alicerçadas na bioconstrução não é difícil. O mais complicado talvez seja convencer o futuro morador a colocar a “mão na massa”. “Amassar barro para erguer as paredes da casa dá a verdadeira importância de fazer parte, de interagir com o meio ambiente e dar referência ao que é nosso”, ressalta Andréa Palma, proprietária de uma casa ecológica.
Segundo os arquitetos, a técnica da bioconstrução é uma forma conceitual que vai além da manifestação arquitetônica, que possibilita a elevação da auto-estima do morador e o torna ativo, já que este participa de todo o processo construtivo. “O fato de criarmos alternativas viáveis para a construção e manutenção de comunidades sustentáveis garante qualidade de vida as futuras gerações”, conta Frank Siciliano.
Segundo a dupla, as pessoas podem optar por construções inteiras ou reformas parciais. “Construir um prédio de pau-a-pique e barro é complicado, porém nada impede usar esse material natural nas paredes internas dos apartamentos”. Além disso, há outros materiais que podem substituir os convencionais, como móveis feitos de madeiras recicladas, lâmpadas mais eficientes para consumir menos, aquecedor no lugar do chuveiro elétrico, entre outros. “Em nossos projetos tudo gira em torno do consumo consciente”, afirmam.
Marcelo Todescan e Frank Siciliano explicam que o projeto bioconstrutivo não é tão caro como se pensa, já que é possível adequar a residência a projetos como captação e reuso de água, tratamento de esgoto, captação de energia solar e utilização de matérias-primas da região. “A possibilidade de integrar as necessidades de conforto e qualidade de vida a uma forma ética e sustentável de viver é a grande sacada deste segmento”, conclui os arquitetos da Todescan Siciliano Arquitetura, Marcelo Todescan e Frank Siciliano.
“Creio que valores monetários não são tão importantes. Afinal, técnicas ecologicamente corretas e que estimulam a integração social, reforçando os relacionamentos com vizinhos, amigos e familiares não tem preço. Construir nossa casa é como construir um templo, pois estamos criando um espaço sagrado no qual vamos passar grande parte de nossas vidas”, revela Enjo, monge budista responsável pela celebração do ritual “Tsuchi Kabe”.
Os arquitetos Marcelo Todescan e Frank Siciliano são os profissionais responsáveis pela nova roupagem da rede McDonald’s na América Latina, rede de Hospitais Vita, nova sede do Instituto Bacarelli e estão frente do projeto de sustentabilidade Gaia Education no Brasil, que visa multiplicar o conceito sustentável. Além dos projetos corporativos, a dupla é especialista em projetos residenciais que utilizam à técnica da bioconstrução.
Autor: Fabiana Borja
Fonte: Agência Maxpressnet
Fonte: Agência Maxpressnet
Sustentaculos TV Barsil
Arquitetura Sustentável
Posted by: Renato Santana In: Programa
Na última segunda-feira, dia 31 de maio, o Sustentáculos irá falou sobre o tema “arquitetura”, mostrando como simples e práticas soluções arquitetônicas podem representar ações eficientes na busca pela sustentabilidade. Para exemplificar tudo isso, o programa viajou para São Paulo e para o Espírito Santos à procura de construções verdes.
Caio Braz, o mais irreverente (e irreversível) dos três apresentadores, conheceu o NEP – Núcleo Educacional Piaget. Concebido como um centro de educação ambiental, a escola não apenas se preocupa em ensinar as disciplinas tradicionais do currículo escolar, como Português e Matemática, mas também procura estimular o ensino dos temas ambientais, relacionando-os sempre com a realidade dos alunos. Para tornar o processo de aprendizado mais eficiente, toda a construção do colégio foi pensada de maneira sustentável. Um bom exemplo disso é o sistema de captação de água da chuva, que fica sempre visível às crianças para que elas melhor compreendam a importância desse tão importante recurso natural.
Aproveitando sua passagem pelo sudeste brasileiro, o Caio resolveu sair do Espírito Santo e dar um pulinho em São Paulo para saber um pouco mais sobre a Passarela Verde. Em companhia do arquiteto Marcelo Todescan, ele foi descobrir o que uma enorme passarela feita de bambu, pneus usados e tubos de pasta de dente está fazendo numa das mais movimentadas avenidas da capital paulista. Será que verde e cidade grande combinam?

A resposta é sim, e quem comprova é a sutil Marina Thomé, que foi até a zona oeste da cidade, no bairro do Jardim Europa, visitar a casa da Regina. Quem olha assim de fora, acha que é apenas mais uma residência comum, como tantas outras. Porém, um olhar mais atento percebe que a casa da Regina é sustentável até o teto. As paredes são pintadas com tinta natural, feita à base de terra; o chão é feito com material de demolição que serial jogado fora; há um sistema de captação de água da chuva e outro de energia solar; sem contar o harmonioso minhocário, que ajuda na redução dos resíduos gerados pela moradia.
E como se tudo isso não bastasse, a Marina ainda foi visitar uma loja de materiais de construção civil para mostrar como a sustentabilidade também pode estar presente na hora de se comprar certos materiais para a nossa casa. Graças aos conselhos do arquiteto Franciso Lima, ela pôde entender, por exemplo, como funciona um sistema de captação de água da chuva. Para quem perdeu o programa, é possível conferir a reprise amanhãàs 18h30!
Caio Braz, o mais irreverente (e irreversível) dos três apresentadores, conheceu o NEP – Núcleo Educacional Piaget. Concebido como um centro de educação ambiental, a escola não apenas se preocupa em ensinar as disciplinas tradicionais do currículo escolar, como Português e Matemática, mas também procura estimular o ensino dos temas ambientais, relacionando-os sempre com a realidade dos alunos. Para tornar o processo de aprendizado mais eficiente, toda a construção do colégio foi pensada de maneira sustentável. Um bom exemplo disso é o sistema de captação de água da chuva, que fica sempre visível às crianças para que elas melhor compreendam a importância desse tão importante recurso natural.
Aproveitando sua passagem pelo sudeste brasileiro, o Caio resolveu sair do Espírito Santo e dar um pulinho em São Paulo para saber um pouco mais sobre a Passarela Verde. Em companhia do arquiteto Marcelo Todescan, ele foi descobrir o que uma enorme passarela feita de bambu, pneus usados e tubos de pasta de dente está fazendo numa das mais movimentadas avenidas da capital paulista. Será que verde e cidade grande combinam?
E como se tudo isso não bastasse, a Marina ainda foi visitar uma loja de materiais de construção civil para mostrar como a sustentabilidade também pode estar presente na hora de se comprar certos materiais para a nossa casa. Graças aos conselhos do arquiteto Franciso Lima, ela pôde entender, por exemplo, como funciona um sistema de captação de água da chuva. Para quem perdeu o programa, é possível conferir a reprise amanhãàs 18h30!
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Sustentabilidade
sábado, janeiro 30, 2010
terça-feira, novembro 10, 2009
quinta-feira, outubro 09, 2008
Fundação AlphaVille promove oficinas “Plantio” e “Construção em terra”
Parnaibaweb
Fundação AlphaVille promove oficinas “Plantio” e “Construção em terra”
Da Redação: ParnaíbaWEB
04 de julho de 2008
Com participação gratuita, interessados aprenderão a executar um “rain garden” ou construir uma parede a base de terra, desenvolvendo técnicas sustentáveis
No próximo domingo, 6 de julho, das 14h às 18h, o Centro Educacional em Sustentabilidade, localizado no AlphaViIlle Burle Marx, em Santana de Paranaíba (SP), realiza as oficinas “Plantio” e “Construção em terra”. A partir de técnicas de construções sustentáveis, os participantes aprenderão a executar um “rain garden”, espécie de jardim desenhado para infiltrar o excedente de água da chuva, ou construir uma parede a base de terra. Para participar, basta confirmar presença, através dos e-mails evelyn@alphaville.com.brEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email ou sousa@alphaville.com.brEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email .
Para ministrar as oficinas, foram convidados o engenheiro civil e permacultor, Guilherme Neves Castagna, autor de vários projetos de design em permacultura e sustentabilidade em água, além dos arquitetos, Fernando César Negrini Minto, pesquisador do grupo de estudos “Culturas Construtivas”, na FAU-USP; e Thomas Alexander Burtscher, mestre em arquitetura sustentável.
Centro Educacional para Sustentabilidade
Em fase de obras, o Centro Educacional para Sustentabilidade já está sediando oficinas gratuitas, que possibilitam aos interessados colocar a mão na massa e aprender na prática diferenciais sustentáveis. O Centro é fruto de parceria da Fundação AlphaVille – braço de sustentabilidade da AlphaVille Urbanismo, com o CRIS – Centro de Referência e Integração para a Sustentabilidade.
Oficinas “Plantio” e “Construção em terra”
Domingo, 06/07/2008
Horário: 14h às 18h
Centro Educacional em Sustentabilidade – CES
Residencial AlphaVille Burle Marx
Av. Alpha Norte, 2550 - Santana de Parnaíba - SP
Mais informações à imprensa: CLARA Comunicação
Neide Costa/ Michele Vitor / Clarice Caldas
Tel. (11) 3667-9136, 3667-4065
E-mail: clara@claracomunicacao.com.brEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email
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http://www.parnaibaweb.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1171&Itemid=75
Fundação AlphaVille promove oficinas “Plantio” e “Construção em terra”
Da Redação: ParnaíbaWEB
04 de julho de 2008
Com participação gratuita, interessados aprenderão a executar um “rain garden” ou construir uma parede a base de terra, desenvolvendo técnicas sustentáveis
No próximo domingo, 6 de julho, das 14h às 18h, o Centro Educacional em Sustentabilidade, localizado no AlphaViIlle Burle Marx, em Santana de Paranaíba (SP), realiza as oficinas “Plantio” e “Construção em terra”. A partir de técnicas de construções sustentáveis, os participantes aprenderão a executar um “rain garden”, espécie de jardim desenhado para infiltrar o excedente de água da chuva, ou construir uma parede a base de terra. Para participar, basta confirmar presença, através dos e-mails evelyn@alphaville.com.brEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email ou sousa@alphaville.com.brEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email .
Para ministrar as oficinas, foram convidados o engenheiro civil e permacultor, Guilherme Neves Castagna, autor de vários projetos de design em permacultura e sustentabilidade em água, além dos arquitetos, Fernando César Negrini Minto, pesquisador do grupo de estudos “Culturas Construtivas”, na FAU-USP; e Thomas Alexander Burtscher, mestre em arquitetura sustentável.
Centro Educacional para Sustentabilidade
Em fase de obras, o Centro Educacional para Sustentabilidade já está sediando oficinas gratuitas, que possibilitam aos interessados colocar a mão na massa e aprender na prática diferenciais sustentáveis. O Centro é fruto de parceria da Fundação AlphaVille – braço de sustentabilidade da AlphaVille Urbanismo, com o CRIS – Centro de Referência e Integração para a Sustentabilidade.
Oficinas “Plantio” e “Construção em terra”
Domingo, 06/07/2008
Horário: 14h às 18h
Centro Educacional em Sustentabilidade – CES
Residencial AlphaVille Burle Marx
Av. Alpha Norte, 2550 - Santana de Parnaíba - SP
Mais informações à imprensa: CLARA Comunicação
Neide Costa/ Michele Vitor / Clarice Caldas
Tel. (11) 3667-9136, 3667-4065
E-mail: clara@claracomunicacao.com.brEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email
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UBV FECHA PARCERIA COM CRIS - CENTRO DE REFERÊNCIA E INTEGRAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE
Maxpress
UBV FECHA PARCERIA COM CRIS - CENTRO DE REFERÊNCIA E INTEGRAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE
A empresa, preocupada com questões sócio-ambientais, contribuiu com vidros para a criação de mais um espaço do projeto
A UBV, líder no mercado de vidro plano impresso, estabeleceu parceria com o CRIS - Centro de Referência e Integração para a Sustentabilidade, na construção do CES, uma nova edificação do projeto, localizada em Santa do Parnaíba.
O CES - Centro Educacional em Sustentabilidade é o resultado da parceria entre a Fundação AlphaVille, a Prefeitura de Santana de Parnaíba e o CRIS. A inauguração será realizada no próprio espaço no dia 10 de outubro, que posteriormente será doado para a cidade.
O vidro escolhido para o projeto foi o Astral, aplicado em janelas, portas e paredes. Devido a sua transparência, este padrão permite que a luz natural penetre no ambiente e ainda é possível contemplar a bela paisagem do local, proporcionando bem estar a todos.
Por se tratar de um projeto despojado, a consultora e gestora do projeto Denise Mazeto garante que o padrão de vidro foi escolhido corretamente. O design criativo e o aspecto molhado do padrão fizeram a diferença no projeto. "Escolhemos o vidro UBV não só pela beleza, mas também pelas questões ambientais, já que contém um elevado conteúdo de vidro reciclado", acrescenta.
"Para a UBV, a participação neste projeto é importante, pois enfatiza o conceito de sustentabilidade agregado na aplicação dos vidros UBV nos ambientes", afirma Sandra Sernaglia, gerente de marketing da empresa.
http://www.maxpressnet.com.br/noticia.asp?TIPO=PA&SQINF=342414
UBV FECHA PARCERIA COM CRIS - CENTRO DE REFERÊNCIA E INTEGRAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE
A empresa, preocupada com questões sócio-ambientais, contribuiu com vidros para a criação de mais um espaço do projeto
A UBV, líder no mercado de vidro plano impresso, estabeleceu parceria com o CRIS - Centro de Referência e Integração para a Sustentabilidade, na construção do CES, uma nova edificação do projeto, localizada em Santa do Parnaíba.
O CES - Centro Educacional em Sustentabilidade é o resultado da parceria entre a Fundação AlphaVille, a Prefeitura de Santana de Parnaíba e o CRIS. A inauguração será realizada no próprio espaço no dia 10 de outubro, que posteriormente será doado para a cidade.
O vidro escolhido para o projeto foi o Astral, aplicado em janelas, portas e paredes. Devido a sua transparência, este padrão permite que a luz natural penetre no ambiente e ainda é possível contemplar a bela paisagem do local, proporcionando bem estar a todos.
Por se tratar de um projeto despojado, a consultora e gestora do projeto Denise Mazeto garante que o padrão de vidro foi escolhido corretamente. O design criativo e o aspecto molhado do padrão fizeram a diferença no projeto. "Escolhemos o vidro UBV não só pela beleza, mas também pelas questões ambientais, já que contém um elevado conteúdo de vidro reciclado", acrescenta.
"Para a UBV, a participação neste projeto é importante, pois enfatiza o conceito de sustentabilidade agregado na aplicação dos vidros UBV nos ambientes", afirma Sandra Sernaglia, gerente de marketing da empresa.
http://www.maxpressnet.com.br/noticia.asp?TIPO=PA&SQINF=342414
sexta-feira, setembro 26, 2008
Centro de Educação em Sustentabilidade – CES Alphaville
Centro de Educação em Sustentabilidade – CES Alphaville
http://crisfundacaoalphavilleces.blogspot.com/
A preocupação com a sustentabilidade sempre foi um foco para a Fundação Alphaville.
Resíduos
Água
Coleta de águas pluviais
http://crisfundacaoalphavilleces.blogspot.com/
A preocupação com a sustentabilidade sempre foi um foco para a Fundação Alphaville.
Em 2007, a Todescan Siciliano Arquitetura foi convidada a um desafio pela Fundação Alphaville: transformar o que era antes um projeto arquitetônico convencional para o CES em outro, com diferenciais sustentáveis. O que seria a apresentação do Centro de Referência em Sustentabilidade – CRIS, instituição criada pelos arquitetos Marcelo Todescan e Frank Siciliano, em outro projeto com maior envergadura.
A Fundação, vendo que o Centro poderia ter um diferencial forte e sustentável, decidiu propor à Todescan Siciliano o desafio de realizar o projeto que antes seria convencional em outro, com a mesma verba anteriormente aprovada. Assim, o escritório de arquitetura Todescan Sicialino foi contratado pela fundação, para desenvolver a construção do CES, localizado em Alphaville. O projeto ficou maior e melhor, além de ser completamente sustentável.
O terreno,
localizado ao lado do luxuoso condomínio Alphaville Burle Max, foi cedido pela prefeitura de Santana do Parnaíba em parceria com a Alphaville Urbanismo. Os arquitetos realizaram um diagnóstico sobre o ecossistema local, como a mata, o vento, ensolação, tipo de vegetação, e concluíram que o ideal seria adaptar o empreendimento de acordo com sua natureza, utilizando recursos do local. O CES utiliza recursos sustentáveis de forma inteligente. As paredes são de tijolo ecológico (Tijolo de Solo Cimento), diferentemente do tijolo comum que polui a atmosfera, agrava o efeito estufa e aumenta o desmatamento; não precisa ser cozido, é auto-encaixável e dispensa qualquer tipo de acabamento. Outra técnica empregada é o Cordwood, substituto da lenha, na qual paredes são construídas de pequenos pedaços de madeira. Esse material é uma excelente alternativa pois usa madeira que não tem muito valor,além de ter propriedades de isolamento térmico e acústico.
localizado ao lado do luxuoso condomínio Alphaville Burle Max, foi cedido pela prefeitura de Santana do Parnaíba em parceria com a Alphaville Urbanismo. Os arquitetos realizaram um diagnóstico sobre o ecossistema local, como a mata, o vento, ensolação, tipo de vegetação, e concluíram que o ideal seria adaptar o empreendimento de acordo com sua natureza, utilizando recursos do local. O CES utiliza recursos sustentáveis de forma inteligente. As paredes são de tijolo ecológico (Tijolo de Solo Cimento), diferentemente do tijolo comum que polui a atmosfera, agrava o efeito estufa e aumenta o desmatamento; não precisa ser cozido, é auto-encaixável e dispensa qualquer tipo de acabamento. Outra técnica empregada é o Cordwood, substituto da lenha, na qual paredes são construídas de pequenos pedaços de madeira. Esse material é uma excelente alternativa pois usa madeira que não tem muito valor,além de ter propriedades de isolamento térmico e acústico.
Os acabamentos também são de materiais renováveis ou menos agressivos ao ambiente. O piso é constituído de borracha de pneu reciclado e a cerâmica no piso é feita com restos de fábrica. A tinta é natural a base de cal e os revestimentos são de fibra de coco e açaí.
O telhado é coberto com vegetação, devidamente impermeabilizado e com drenagem adequada. Este acabamento proporciona conforto térmico e acústico, tanto no inverno como no verão, reduzindo dessa forma o uso de condicionadores de ar. Além disso, filtra e retarda a descida das águas de chuva, reduz a reflexão de calor para atmosfera e as ilhas de calor, aumenta as áreas de paisagismo que reduz a poluiçăo atmosférica e contribui no combate ao aquecimento global, colabora no microclima do entorno, pois mantém a umidade relativa do ar, e retém as impurezas do ar e reduz o calor gerado pelo reflexo dos raios infravermelhos.
Resíduos
O tratamento de esgoto é feito por biossistema integrado. São sistemas biológicos multifuncionais que realizam o tratamento de efluentes de forma simples e ecológica, com baixo custo e consumo de energia. O biossistema integrado é um conjunto de equipamentos implantados que tentam imitar os ciclos sustentáveis da natureza e reproduzem os grandes reinos. Fazem com que os dejetos humanos percam seu potencial poluidor ao longo das diferentes etapas de tratamento, produz energia a partir da biomassa disponível e reciclam nutrientes para reaproveitamento na produção de vegetais e na recuperação de áreas degradadas. É uma tecnologia social certificada pela RTS, pois há uma mudança do conceito de modelo produtivo, onde deixa-se de lado a visão de que os resíduos são considerados um problema e parte-se para um sistema onde tudo pode ser reaproveitado como matéria prima em um novo ciclo de produção, imitando os ciclos sustentáveis da natureza.
Colabora na despoluição da água, do solo e do ar; transforma dejetos em energia, reduz os riscos à saúde pública e ao ambiente através da redução de agentes patogênicos a níveis seguros. Facilita a manutenção devido a processos naturais de purificação e reciclagem, com necessidade de limpeza no mínimo de 4 vezes do tempo de uma fossa comum aprox. 5 anos; recicla nutrientes (o efluente pode ser usado como fertilizante); gera biogás, energia renovável (pode ser utilizado p/ex. na cozinha do refeitório); Facilita a limpeza e proteção das águas de rios e córregos.
Água
O CES Alphaville parte do conceito de que toda ocupação humana deve garantir uma continuidade nos ciclos naturais. Assim é pensado também no tratamento da água. Aparelhos economizadores de água, dentre eles válvulas de descarga ou caixas acopladas de acionamento duplo, torneiras com temporizadores, e redutores de pressão integram este sistema. O reuso envolve o aproveitamento de toda água gerada pelas instalações, sem tratamento, para atender as necessidades do local. A água de chuva, quando coletada, armazenada e utilizada de forma apropriada, além de apresentar alta qualidade, auxilia no reequilíbrio parcial do ciclo hidrológico. A reutilização gera economia significativa, diminuição da demanda sobre os mananciais de abastecimento de água, recarga do lençol freático (mediante infiltração da água excedente do sistema de aproveitamento de água de chuva), proteção dos cursos de rios e córregos e reduz a ocorrência de enchentes.
O projeto de aproveitamento de água de chuva para fins não-potáveis segue as recomendações sugeridas pelo projeto de norma NBR 15527:2007, com exceção do método de desinfecção utilizado, baseado no uso de ozônio. O projeto de desinfecção com ozônio está pautado na desinfecção contínua através da injeção de ozônio em um sistema de recirculação de água, garantindo a manutenção de uma água com alto nível de qualidade, sem contribuir para a geração de compostos poluentes, como é o caso do cloro.
Coleta de águas pluviais
A instalação de águas pluviais é composta do conjunto de condutores pluviais, tubulações de abastecimento, e demais acessórios detalhados em projeto. As águas provenientes da cobertura do telhado verde serão coletadas e encaminhadas à uma caixa de passagem, denominada caixa de autolimpeza, cuja função é permitir a sedimentação dos sólidos que tenham eventualmente passado pela manta de proteção, ao mesmo tempo em que descarta o volume inicial de água, geralmente com maior presença de bactérias que comprometem a qualidade da água armazenada. Caso haja captação de água maior do que a capacidade de armazenamento, o excedente será direcionado para infiltração ou armazenamento inferior através de um “ladrão”. Desinfecção por ozônio. A água da caixa elevada será recirculada, de forma automatizada em períodos pré-definidos de acordo com as determinações do fornecedor do sistema de desinfecção, Acqua Máxima, ou outro fornecedor escolhido. Nos períodos de seca, quando o volume da cisterna estiver abaixo do nível de funcionamento, o sistema deixa de funcionar, retornando ao funcionamento quando do aumento do nível em épocas de chuva.
Diminui o consumo de água potável, reduz o impacto sobre a rede de drenagem e volumes de cheias (inundações), permite a recarga dos lençóis freáticos com o excedente de uso. A água sem tratamento pode ser usada em vasos sanitários, jardins e limpeza.O Centro tem como missão “ser desde a sua concepção um espaço de educação para a sustentabilidade com demonstrações e referencias práticas e teóricas sobre como podemos conviver em harmonia com todos os seres” e como visão “tornar-se uma referência na educação para a sustentabilidade, abrigando exemplos de experiências replicáveis, fomentando melhorias sociais, ambientais, econômicas e de visão de mundo”.
Seguindo as premissas de sua missão, o Centro já contou com oficinas de bioconstrução com o apoio do GAIA, o braço de educação para sustentabilidade da ONU (Organização das Nações Unidas) com temas como construção com encaixes de bambu, com uso de barro e também do biodigestor (equipamento onde a matéria orgânica é transformada em gás para uso como combustível). As oficinas contaram com a participação de estudantes e da comunidade e parcerias de profissionais ligados a cada atividade.
As parcerias começaram já na fase de construção e já envolvem dezenas de empresas, associações e instituições. Entre elas estão O Instituto Ambiental (OIA) que colaborou com o tratamento de esgoto do biossistema integrado; a organização sem fins lucrativos Permacultura, com a tecnologia para o tratamento da água da chuva e do esgoto, financiado pela Indústria Gráfica Brasil (IGB); a Zun, que colaborou com as estruturas de bambu; a Altercorp, que forneceu o equipamento para o funcionamento da energia eólica a preço de custo; a Construvan, que facilitou pagamento e entrega de tijolos de solo e cimento. A cúpula da sala de celebração foi uma parceria com Vitor Lotufo e Valmir Fachini e a madeira certificada é da empresa Ecolog. Entra as doações, a Ecolit, que doou placas feitas de aparas de tubo de creme dental, a Ekobe, que doou revestimentos de pastilhas de côco; a Lepri, que doou cerâmicas; a UBV, que doou vidros, a Forbo, que doou o piso Marmoleum, a Ciaform, que doou o piso de borracha reciclada, a Sansuy, que doou a colocação da manta para a impermeabilização do telhado; a Tetrapack, que doou material de caixas para a fabricação de divisórias. Ainda há outras parcerias para serem fechadas e realizadas.
Sustentável em diversas frentes - Outros dispositivos e tecnologias de geração de energia serão construídos no centro, ainda que para fins somente educativos, como gerador de energia eólica, solar, biodigestor, tijolos de solo cimento. No complexo, a água da chuva será reaproveitada, haverá teto verde - em que se aproveita a área para cultivo de plantas, melhorando a temperatura local e o aproveitamento de espaço, hortas e jardins serão plantados no conceito da permacultura e também haverá o sistema de banheiro seco, gerando economia de água e material orgânico para adubo. Além da idéia do uso de embalagens Tetrapack, serão exploradas outras formas de reciclagem, com móveis feitos de pneus e o Desenvolvimento de manuais de produtos que podem ser confeccionados com reciclagem , uma parceria com um projeto de mestrado do CEFETde Curitiba (Centro Federal de Educação Tecnológica).
Depois de pronto, o CES usará seu espaço e a informática como ferramentas de Educação para Sustentabilidade, servirá de apoio para a reformulação do produto AlphaVille Escolas Ecológicas, envolverá os moradores do Burle Marx com o conceito programa “Construindo sua Vida em AlphaVille e as lideranças e comunidades locais com eventos de educação para a Sustentabilidade, buscando a Integração das comunidades com os moradores dos empreendimentos. Todos os eventos e cursos estarão permeados dos conceitos de Consumo Consciente, Liderança Sistêmica, Comunicação Não Violenta, Gestão de empreendimentos Sociais, cursos sobre esses assuntos a serem realizados por diversos parceiros neste espaço.
http://todescansiciliano.com.br/
http://crissustentabilidade.blogspot.com/
http://crisfundacaoalphavilleces.blogspot.com/
http://todescansiciliano.com.br/
http://crissustentabilidade.blogspot.com/
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Centro Educacional em Sustentabilidade
Centro Educacional em Sustentabilidade será inaugurado em outubro
Complexo público abrigará a nova sede da Fundação AlphaVille e usará de técnicas e práticas para que seja sustentável e referência na região
As obras de construção do Centro Educacional em Sustentabilidade (CES) já estão em ritmo de finalização para a inauguração, que ocorrerá em 10 de outubro. Localizado dentro do AlphaVille Burle Marx, o CES é um equipamento público - construído pela AlphaVille Urbanismo em parceria com o CRIS (Centro de referência e Integração em Sustentabilidade) e doado à prefeitura de Santana do Parnaíba - e será cedido em comodato para a Fundação AlphaVille para fins educacionais. A administração será quatripartite, feita pela prefeitura, Fundação, comunidade e parceiros locais.
O Centro tem como missão “ser desde a sua concepção um espaço de educação para a sustentabilidade com demonstrações e referencias práticas e teóricas sobre como podemos conviver em harmonia com todos os seres” e como visão “tornar-se uma referência na educação para a sustentabilidade, abrigando exemplos de experiências replicáveis, fomentando melhorias sociais, ambientais, econômicas e de visão de mundo”.
Seguindo as premissas de sua missão, o Centro já contou com oficinas de bioconstrução com o apoio do GAIA, o braço de educação para sustentabilidade da ONU (Organização das Nações Unidas) com temas como construção com encaixes de bambu, com uso de barro e também do biodigestor (equipamento onde a matéria orgânica é transformada em gás para uso como combustível). As oficinas contaram com a participação de estudantes e da comunidade e parcerias de profissionais ligados a cada atividade.
As parcerias começaram já na fase de construção e já envolvem dezenas de empresas, associações e instituições. Entre elas estão O Instituto Ambiental (OIA) que colaborou com o tratamento de esgoto do biossistema integrado; a organização sem fins lucrativos Permacultura, com a tecnologia para o tratamento da água da chuva e do esgoto, financiado pela Indústria Gráfica Brasil (IGB); a Zun, que colaborou com as estruturas de bambu; a Altercorp, que forneceu o equipamento para o funcionamento da energia eólica a preço de custo; a Construvan, que facilitou pagamento e entrega de tijolos de solo e cimento. A cúpula da sala de celebração foi uma parceria com Vitor Lotufo e Valmir Fachini e a madeira certificada é da empresa Ecolog. Entra as doações, a Ecolit, que doou placas feitas de aparas de tubo de creme dental, a Ekobe, que doou revestimentos de pastilhas de côco; a Lepri, que doou cerâmicas; a UBV, que doou vidros, a Forbo, que doou o piso Marmoleum, a Ciaform, que doou o piso de borracha reciclada, a Sansuy, que doou a colocação da manta para a impermeabilização do telhado; a Tetrapack, que doou material de caixas para a fabricação de divisórias. Ainda há outras parcerias para serem fechadas e realizadas.
Sustentável em diversas frentes - Outros dispositivos e tecnologias de geração de energia serão construídos no centro, ainda que para fins somente educativos, como gerador de energia eólica, solar, biodigestor, tijolos de solo cimento. No complexo, a água da chuva será reaproveitada, haverá teto verde - em que se aproveita a área para cultivo de plantas, melhorando a temperatura local e o aproveitamento de espaço, hortas e jardins serão plantados no conceito da permacultura e também haverá o sistema de banheiro seco, gerando economia de água e material orgânico para adubo.
Além da idéia do uso de embalagens Tetrapack, serão exploradas outras formas de reciclagem, com móveis feitos de pneus e o Desenvolvimento de manuais de produtos que podem ser confeccionados com reciclagem , uma parceria com um projeto de mestrado do CEFETde Curitiba (Centro Federal de Educação Tecnológica).
Depois de pronto, o CES usará seu espaço e a informática como ferramentas de Educação para Sustentabilidade, servirá de apoio para a reformulação do produto AlphaVille Escolas Ecológicas, envolverá os moradores do Burle Marx com o conceito programa “Construindo sua Vida em AlphaVille e as lideranças e comunidades locais com eventos de educação para a Sustentabilidade, buscando a Integração das comunidades com os moradores dos empreendimentos. Todos os eventos e cursos estarão permeados dos conceitos de Consumo Consciente, Liderança Sistêmica, Comunicação Não Violenta, Gestão de empreendimentos Sociais, cursos sobre esses assuntos a serem realizados por diversos parceiros neste espaço.
24/09/2008
http://www.fundacaoalphaville.org.br/
Complexo público abrigará a nova sede da Fundação AlphaVille e usará de técnicas e práticas para que seja sustentável e referência na região
As obras de construção do Centro Educacional em Sustentabilidade (CES) já estão em ritmo de finalização para a inauguração, que ocorrerá em 10 de outubro. Localizado dentro do AlphaVille Burle Marx, o CES é um equipamento público - construído pela AlphaVille Urbanismo em parceria com o CRIS (Centro de referência e Integração em Sustentabilidade) e doado à prefeitura de Santana do Parnaíba - e será cedido em comodato para a Fundação AlphaVille para fins educacionais. A administração será quatripartite, feita pela prefeitura, Fundação, comunidade e parceiros locais.
O Centro tem como missão “ser desde a sua concepção um espaço de educação para a sustentabilidade com demonstrações e referencias práticas e teóricas sobre como podemos conviver em harmonia com todos os seres” e como visão “tornar-se uma referência na educação para a sustentabilidade, abrigando exemplos de experiências replicáveis, fomentando melhorias sociais, ambientais, econômicas e de visão de mundo”.
Seguindo as premissas de sua missão, o Centro já contou com oficinas de bioconstrução com o apoio do GAIA, o braço de educação para sustentabilidade da ONU (Organização das Nações Unidas) com temas como construção com encaixes de bambu, com uso de barro e também do biodigestor (equipamento onde a matéria orgânica é transformada em gás para uso como combustível). As oficinas contaram com a participação de estudantes e da comunidade e parcerias de profissionais ligados a cada atividade.
As parcerias começaram já na fase de construção e já envolvem dezenas de empresas, associações e instituições. Entre elas estão O Instituto Ambiental (OIA) que colaborou com o tratamento de esgoto do biossistema integrado; a organização sem fins lucrativos Permacultura, com a tecnologia para o tratamento da água da chuva e do esgoto, financiado pela Indústria Gráfica Brasil (IGB); a Zun, que colaborou com as estruturas de bambu; a Altercorp, que forneceu o equipamento para o funcionamento da energia eólica a preço de custo; a Construvan, que facilitou pagamento e entrega de tijolos de solo e cimento. A cúpula da sala de celebração foi uma parceria com Vitor Lotufo e Valmir Fachini e a madeira certificada é da empresa Ecolog. Entra as doações, a Ecolit, que doou placas feitas de aparas de tubo de creme dental, a Ekobe, que doou revestimentos de pastilhas de côco; a Lepri, que doou cerâmicas; a UBV, que doou vidros, a Forbo, que doou o piso Marmoleum, a Ciaform, que doou o piso de borracha reciclada, a Sansuy, que doou a colocação da manta para a impermeabilização do telhado; a Tetrapack, que doou material de caixas para a fabricação de divisórias. Ainda há outras parcerias para serem fechadas e realizadas.
Sustentável em diversas frentes - Outros dispositivos e tecnologias de geração de energia serão construídos no centro, ainda que para fins somente educativos, como gerador de energia eólica, solar, biodigestor, tijolos de solo cimento. No complexo, a água da chuva será reaproveitada, haverá teto verde - em que se aproveita a área para cultivo de plantas, melhorando a temperatura local e o aproveitamento de espaço, hortas e jardins serão plantados no conceito da permacultura e também haverá o sistema de banheiro seco, gerando economia de água e material orgânico para adubo.
Além da idéia do uso de embalagens Tetrapack, serão exploradas outras formas de reciclagem, com móveis feitos de pneus e o Desenvolvimento de manuais de produtos que podem ser confeccionados com reciclagem , uma parceria com um projeto de mestrado do CEFETde Curitiba (Centro Federal de Educação Tecnológica).
Depois de pronto, o CES usará seu espaço e a informática como ferramentas de Educação para Sustentabilidade, servirá de apoio para a reformulação do produto AlphaVille Escolas Ecológicas, envolverá os moradores do Burle Marx com o conceito programa “Construindo sua Vida em AlphaVille e as lideranças e comunidades locais com eventos de educação para a Sustentabilidade, buscando a Integração das comunidades com os moradores dos empreendimentos. Todos os eventos e cursos estarão permeados dos conceitos de Consumo Consciente, Liderança Sistêmica, Comunicação Não Violenta, Gestão de empreendimentos Sociais, cursos sobre esses assuntos a serem realizados por diversos parceiros neste espaço.
24/09/2008
http://www.fundacaoalphaville.org.br/
terça-feira, setembro 18, 2007
A onda sustentável
...Só o escritório da Todescan Siciliano Arquitetos, que há 20 anos atende a rede McDonald’s, comandou 15 projetos de casas de alto padrão com aquecimento solar, telhado verde e teto que reduz o consumo de arcondicionado, um deles em um condomínio na Granja Viana. No mais importante evento de arquitetura e design da América Latina, a Casa Cor, a equipe mostrou neste ano ser possível combinar elegância e ecologia com uma casa de café e pão de queijo que pretende ser um modelo de arquitetura requintada e ambientalmente correta...
Fonte: Welcome Congonhas on line
Data: agosto/07
Fonte: Welcome Congonhas on line
Data: agosto/07
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Sustentabilidade
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